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Os sindicatários do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no RS (Sintrajufe) realizaram assembleia geral na última sexta-feira, 15 de junho. Os participantes avaliaram a contraproposta da diretoria do sindicato para o acordo coletivo de 2018. Coordenaram a atividade o presidente do Sindisindi, Baptista Rocha, e a vice, Rachel Cefrin. "A atividade foi importante para deliberar sobre quais posições a categoria possui em relação aos seus direitos, conquistas e histórico de luta. Foi uma assembleia madura e que com certeza representa um passo importante para os sindicatários", afirma o diretor de comunicação do Sindisindi, Leandro Dóro.

Os sindicatários do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas (Sinapers) realizaram assembleia geral no último dia 11 de junho. A atividade foi presidida pelo presidente do Sindisindi, Baptista Rocha. Na oportunidade os sindicatários elaboraram a pauta para o acordo coletivo de 2018.

Os sindicatários da A Associação dos Aposentados da Companhia Riograndense de Telecomunicações (AACRT) elegeram Eliane Tomaz Alves como delegada sindical. A partir de agora ela representa os sindicatários da AACRT junto ao Sindisindi. A eleição aconteceu na última terça-feira, 5 de junho. O presidente do Sindisindi/RS, Baptista Rocha, acompanhou a atividade. "Mais uma vez, um grupo de sindicatários exerce a democracia ao escolher sua delegada sindical, que irá representar as demandas desse grupo junto ao Sindisindi/RS", afirma Baptista Rocha.

A Reforma Trabalhista prejudica os sindicatos. Depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, em novembro, que acabou com o imposto sindical, as entidades viram sua arrecadação despencar 88% nos quatro primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Enxutos, os sindicatos querem contornar o baqueda queda de receita. 

As mudanças nas leis trabalhistas drenaram recursos dos sindicatos. Apenas em abril, o volume total arrecadado pelas associações que representam trabalhadores foi de R$ 102,5 milhões – uma queda de 90% em relação ao mesmo mês de 2017. 

Isso porque, com a nova legislação, em vigor há mais de seis meses, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho, que era destinada a sindicatos, centrais e federações que representam as categorias, foi extinta. A contribuição ainda existe, mas agora é voluntária, e a empresa só pode fazer o desconto com uma autorização, por escrito, do funcionário. 

"Sem a contribuição a arrecadação e principalmente o apoio as causas dos funcionários e sindicatários fica comprometida. É preciso um esforço sobrehumano para manter a luta pelos direitos dos trabalhadores e fechar acordos coletivos favoráveis, além de manter uma infraestrutura mínima sindical", afirma o diretor de comunicação do Sindisindi, Leandro Dóro.

 

Com informaçôes do Estadão