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Desde a manhã de primeiro de junho, centenas de entregadores de aplicativo, como Ifood e Rappi, protestam nas ruas centrais de Porto Alegre. A atividade faz parte de uma greve de 24 horas que ocorre nesta quarta-feira (1º) por melhores condições de trabalho e renda. O protesto é contra os bloqueios feitos pelas empresas, quando algum deles se nega a fazer corridas que não compensam financeiramente, e também contra o desrespeito à categoria, que corre grande risco de contaminação pelo novo coronavírus (Covid 19), pois circula dia e noite em todos os locais, enquanto a maioria da população se isola para se proteger do vírus.

Os trabalhadores reivindicam aumento da taxa mínima por entrega, do valor pago por quilometragem e mais transparência sobre os repasses feitos diante as gorjetas pagas por clientes via aplicativo. De acordo com os entregadores,  as empresas diminuíram o valor repassado no período da pandemia, como confirmou pesquisa feita pela Unicamp

O levantamento online mostrou que 68,9% dos entregadores tiveram queda de ganhos durante a pandemia. Os que ganhavam em torno de um salário mínimo (R$ 1.045,00) antes da pandemia eram 17%. Agora essa proporção dobrou (34%). Ou seja, 1/3 desses trabalhadores ganham até um salário mínimo por mês.

De acordo com organizadores da paralisação, cerca de 98% da categoria deve aderir ao protesto em todo o Brasil e muitos clientes prometeram apoiar não fazendo pedidos. Em vídeo, o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, convocou todas as entidades filiadas a apoiar a organização da greve, mais do que justa contra a precarização.

Os entregadores também conquistaram importantes apoios internacionais, de entidades como a CSA e de trabalhadores de outros países, que também prometeram paralisar as atividades nesta quarta.

De acordo com Mineiro, um dos organizadores da greve, haverá paralisação em mais cinco países: Argentina, Austrália, China, México e Inglaterra.

“Conseguimos contatos com nossos parentes que moram no exterior e a corrente chegou até lá fora. Chegamos a nos reunir virtualmente com entregadores de outros países que prometeram também organizar paralisações na mesma data”, diz Mineiro.

Mineiro diz que não haverá manifestação nas ruas do Brasil e, sim, diálogo com quem quer trabalhar neste dia, “especialmente nos locais de maior movimentação de entregadores da Uber, Ifood, Rappi, Lalamove e Loggi, para que entendam que a luta é de todos”.

Além da baixa remuneração, os entregadores protestam contra a inexistência de direitos trabalhistas, a insegurança em caso de acidentes, doenças e mortes, assim como o dever de terem de arcar com toda a estrutura para o trabalho, como a manutenção de motos, dos aparelhos celulares e das bicicletas até a compra das bags (bolsas) que levam nas costas.

Fonte: CUT Brasil

A sede do Sindisindi/RS permanece em teletrabalho, a princípio, até 15 de julho. A data pode ser ampliada, de acordo com a evolução da pandemia de covid-19. A decisão foi tomada após recomendações das centrais sindicais, além de indicações das autoridades municipais e estaduais de controle da pandemia. A diretoria também recomenda aos sindicatos, associações e demais órgãos que mantenham a suspensão do expediente presencial, devido à prevenção ao coronavírus.

A renovação ou suspensão do teletrabalho dependerá da evolução do covid-19 no Rio Grande do Sul e, em especial, em Porto Alegre.

Atendimentos presenciais, no Sindisindi/RS serão por agendamento.
Telefones: (51) 998843247 / 981871345
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Vale-alimentação e vale-transporte não são necessários em teletrabalho, segundo o presidente do TRT1 (Rio de Janeiro), desembargador José Fonseca Martins Junior. Essa declaração foi feita nessa segunda-feira, 22, em live promovida pelos jornais Valor Econômico e O Globo. 

Segundo Martins, “a pandemia nos obriga a fazer uma revisão da interpretação das normas do direito do trabalho”, o que inclui o entendimento de que direitos como vale-alimentação e vale-transporte não são necessários. O magistrado desconsidera, assim, o ônus que trabalhadores e trabalhadoras em trabalho remoto têm com essa modalidade, vendo-se obrigados a responsabilizar-se, em suas moradias, pela organização de espaços de trabalho, assim como pelos custos com materiais e serviços, como internet e luz.

O magistrado defendeu que “o Judiciário vai precisar ter equilíbrio na interpretação das normas”. Ele parece reivindicar para a Justiça do Trabalho o papel de desmontar os direitos conquistados pelos trabalhadores, papel desempenhado por Paulo Guedes e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No serviço público ou no setor privado, os trabalhadores estão na mira de setores que buscam aproveitar a pandemia do novo coronavírus para atacar direitos, alterar a legislação e ampliar os lucros dos grandes empresários.

O presidente do TRT1 busca antecipar, com esse tipo de posição, o aprofundamento da “flexibilização” de direitos da chamada “Carteira Verde Amarela” imposta no ano passado a partir de medida provisória, incluindo jovens de 18 e 29 anos em contratos de trabalho precarizados, e que o governo agora pretende estender ao conjunto da classe trabalhadora.

Com informações do Valor Investe e do Sintrajufe/RS

A sede do Sindisindi/RS permanece em teletrabalho, a princípio, até 30 de junho. A data pode ser ampliada, de acordo com a evolução da pandemia de covid-19. A decisão foi tomada após recomendações das centrais sindicais, além de indicações das autoridades municipais e estaduais de controle da pandemia. A diretoria também recomenda aos sindicatos, associações e demais órgãos que mantenham a suspensão do expediente presencial, devido à prevenção ao coronavírus.

A renovação ou suspensão do teletrabalho dependerá da evolução do covid-19 no Rio Grande do Sul e, em especial, em Porto Alegre.

Atendimentos presenciais, no Sindisindi/RS serão por agendamento.
Telefones: (51) 998843247 / 981871345
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